21 de maio de 2011

certas situações

O facto de termos a nossa própria opinião, mesmo que seja diferente da dos outros, faz de nós pessoas estranhas ou esquisitas aos olhos dessas pessoas? Esta semana deparei-me com uma situação destas entre um grupo de colegas. Não sei se a diferença é das origens, do sexo ou da idade, mas a guerra deu-se entre rapazes e raparigas. Eles começaram por nos atacar em relação a várias coisas, e nós, como é óbvio, não nos íamos calar ou humilhar perante eles. Gozaram da música que ouvimos, dos ídolos que admiramos, do nosso estilo de vida feliz e das nossas roupas coloridas e de bom gosto. Futilidades, diziam eles. Enquanto que nós, como adolescentes, vivemos e aproveitamos ao máximo tudo o que a vida nos proporciona, gozamos do facto de a única responsabilidade a sério ser a escola e os estudos, fazemos amizades novas, colocamo-nos à prova, arriscamos sem medo de perder alguma coisa, enfim, VIVEMOS, eles vivem frustrados com a carreira futura, com a situação económica e política do país e com mentalidade humana do séc. XXI! São infelizes à meneira deles e discutem connosco por acharmos que ainda não temos idade suficiente para nos preocurmos com esse tipo de assuntos. Mas é claro que também nos preocupamos com o nosso futuro, mas tudo tem de ser levado com calma e com conta, peso e medida. E se vivemos em função das nossas necessidades momentâneas, o problema é nosso. Cada um é dono e senhor da sua própria vida e não deve julgar ninguém, muito menos se a pessoa a julgar não for muito próximo, como é o caso.
Por isso, fica aqui o aviso: Cada um é como cada qual porque ninguém é igual nem pefeito.

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