Quando se fala em moda, a primeira coisa que nos vem à cabeça é roupa. Roupa que se usa nos dias que correm, não porque fique bem ou seja bonita, mas porque está na moda. Podemos até nem gostar muito, não fazer o nosso género, mas se está na moda é para usar! Na verdade, a moda ultrapassa o vestuário e vai até ao mais pequeno pormenor que ao fim ao cabo acaba por ser seguido, seja quem for que dite o que está ou não na moda. E quando se fala no número ou tipo de população que abrange, a moda transforma-se numa febre, num vírus que ataca toda a gente, seja quem for. A moda passa pelo tipo de música que se ouve, a maquilhagem que se usa, os penteados, passa pelo local de trabalho, pelas cidades e vai desde as mais tenras idades às mais antigas. A moda contagia e vicia (como é o meu caso). As tendências são para seguir, as colecções para conhecer, os designers para admirar. Tudo isto que deixa de ser um hobbie para passar a tornar-se num sonho, num futuro a querer, até (falo por mim, outra vez). Com isto ganhei novos medos tais como o de ficar clássica, demodée, ou pior ainda, desactualizada.
Enfim, problemas da vida moderna...
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